Adeus Charisse, adeus pernas
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Com a morte de Cyd Charisse hoje em Los Angeles, aos 86 anos de idade, de um ataque cardÃaco, Hollywood perde uma das dançarinas mais sofisticadas de sua história. E, embora talvez não seja de bom tom dizer isso em um obituário, perde também seu melhor par de pernas.
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Charisse ficou imortalizada pelo sexy número de dança com Gene Kelly no clássico “Cantando na Chuva” (1952). Ela formaria par novamente com Kelly em “A Lenda dos Beijos Perdidos” (1955) e “Dançando nas Nuvens” (1955)
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Para o historiador Larry Billman, ouvido pelo “Los Angeles Times”, ela trouxe mais sofisticação e sensualidade aos musicais, que eram antes dominados por mulheres bonitinhas e comportadas. Se Marilyn Monroe e Sophia Loren representavam o sexo no cinema em geral, Charisse fazia o mesmo pelos musicais em particular.
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Charisse também fez par com Fred Astaire, maior dançarino de sua época, em uma belÃssimo número de “A Roda da Fortuna” (1953) - reproduzido no documentário “Santiago”, de João Moreira Salles - e no sucesso “Meias de Seda” (1954). Astaire definiu Charisse como uma “bela dinamite” na tela. O par mais famoso e freqüente do dançarino pode ter sido Ginger Rogers, mas talvez Charisse tenha sido o melhor (embora Astaire brincasse que Gene Kelly era seu preferido).Â
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Nascida com o nome de Tula Ellice Finklea em Amarillo, Texas, no dia 8 de março de 1922, Charisse recebeu treinamento de bailarina clássica a partir dos 6 anos, levada pelo pai para corrigir um problema motoro causado pela poliomelite. Foi o inÃcio de uma carreira de dançarina que levou-a à Broadway e Hollywood. Os fãs de filmes e de pernas serão eternamente gratos ao pai de Tula.
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Comentário de Eva Lira — 18/06/2008 - 00:36h
MARAVILHOSA!!!
Assisto todas as suas danças no YouTube e não me canso!
Que jeito de se posicionar, de olhar, de dançar!
Que mulher é essa…?
MARAVILHOSA!!!
Eva Lira
Comentário de CARLOS SERGIO — 18/06/2008 - 00:49h
O MUNDO FICA MAIS TRISTE E,CHATO.
O QUE SOBRA AGORA SÃO APENAS SAUDADES
MAS LA NO CEU A DANÇA CONTINUA
SORTE DE DEUS, DOS ANJOS E ARCANJOS
CARLOS SERGIO
Comentário de clarice komoszinski — 18/06/2008 - 01:52h
Uma das melhores presenças femininas da MGM.
BelÃssima, charmosa, profissional que soube combinar técnica moderna de dança com sensualidade e classe ao mesmo tempo .
Sua partida finaliza uma era que não haverá jamais.
Pena não ter sido aproveitada mais nas telas ou na TV depois do fechamento do estúdio do Leão .
Poderia mostrar muito e ensinar mais ainda.
Que sua passagem para as nuvens esteja calçada com sapatilhas……..
Comentário de JULIO — 18/06/2008 - 07:47h
Excelente, especialmente numa época cheia de preconceitos… inclusive nos Estdos Unidos. Conseguiu marcar presença numa virada que poderia ser trágica, a sorte lhe deu o dom que a pólio não conseguiu tirar…
Que Deus a tenha… não no departamento das beatas, é claro!
Comentário de Ognei Santos Vieira — 18/06/2008 - 08:33h
Charisse! que época da MGM,que filmes que mulher, que profissional,o cinema atual tirtando alguns filmes, deveria voltar a produzir filmes com o aqueles, e, não essas porcarias de violência sem sentido,abraços e vá com Deus Charisse! e muito , muito, muito, muito,obrigado!
Comentário de carlos — 18/06/2008 - 09:00h
de repente aos 63 anos de idade voltei a ser adolescente ao ler essa noticia. que saudades de meias de seda e que pernas……………que saudades desse tempo de filmes maravilhosos.
Comentário de Walter Pontes de Faria — 18/06/2008 - 09:01h
Vou revê-la hoje mesmo,pois tenho o DVD com o Kelly…MagnÃfica dançarina…Walter.
Comentário de zezé — 18/06/2008 - 09:14h
e estas modelos de hoje consideram magreza simbolo de beleza!!!!!!!!!!!
quando desfilam nas passarelas com aqueles passos para dentro e aquelas pernas finas sem carne que horror!!!!!!!!!!!
veja as pernas da Charissel!!!!!!!!!!!!!!! isto é mulher , tem conteúdo!!!!!!!!!!!!!
só a Claudia Raia (embora feia de rosto) tem qualquer coisa parecida!!!!!!!!!!!! que o diga o babaca do marido dela!
Comentário de Carol Domingues — 18/06/2008 - 10:43h
Fico arrepiada só de lembrar das cenas finais de Cantando na Chuva e The Band Wagon com ela…
Um dia triste mesmo…
Comentário de Mario M. Mendes — 18/06/2008 - 17:52h
Sem palavras e uma grande emoção. Foi um tempo de ouro que ao lembrá-lo nos faz suportar a violência do mundo atual. Era um tempo em que mais que um luxo, ir ao cinema significava alegria, felicidade, tudo enfim.
Comentário de Mario M. Mendes — 18/06/2008 - 17:54h
Vejam MEIAS DE SEDA e concordarão comigo. E viva Cid Charisse uma das grandes dançarinas da Metro que jamais morrerá nos corações daqueles que amam a arte de interpretar (seja no palco ou na tela).
Comentário de Rosana Schvarzman — 18/06/2008 - 17:58h
Adeus, bela Cyd, sensualidade, classe juntas numa danca unica e eterna. Que ela agora possa dancar com as estrelas la em cima…
Comentário de juliano — 18/06/2008 - 21:48h
TRISTE VER OS “MONSTROS SAGRADOS” DO CINEMA PARTINDO E COM ELES SE VAI O GLAMOUR, A BELEZA, A SOFISTICACAO, A EDUCACAO. E TEMOS QUE SUPORTAR ESSE NOVO MUNDO EM QUE O MEIO-TECNICO-CIENTIFICO-INFORMACIONAL ARTIFICIALIZA AS RELACOES E EMBRUTECE O ESPACO GEOGRAFICO. FELIZES DIAS FORAM AQUELES EM QUE HOUVE UMA HOLLYWOOD QUE ENCANTAVA.QUE O CINEMA ATUAL PROCURE NOVOS CAMINHOS E VOLTE A EMOCIONAR PLATEIAS QUE EM DECADAS PASSADAS CONSEGUIAM AMPLIAR O SEU OLHAR E ENXERGAR ALEM. FICA A SAUDADE DE CYD CHARISSE E DE TANTOS OUTROS. MAS A OBRA (O TRABALHO) PERMANECE.
Pingback de Um pouco mais de Cyd Charisse | Sites que Amamos — 19/06/2008 - 00:50h
[...] notÃcia da morte de Cyd Charisse te deixou curioso sobre a vida da atriz e dançarina que Fred Astair apelidou de “bela [...]
Comentário de Heloisa Martins Marques — 23/06/2008 - 14:49h
Cid Charisse era a beleza e a emoção, traduzidas numa dança impecável. Não foi uma grande atriz, mas uma magnÃfica bailarina, com uma presença magnética que nos remete a tempos em que o cinema era muito mais feliz e encantador.