Publicidade

Publicidade

Arquivo de maio, 2006

31/05/2006 - 16:36

80 perguntas para os 80 anos de Marilyn

Compartilhe: Twitter

Cenas da vida e dos filmes de MarilynSe Marilyn Monroe estivesse viva, ela completaria 80 anos amanhã. O aniversário do maior símbolo sexual da história levanta algumas questões interessantes. Por exemplo: Qual seria a aparência dela hoje? Ela ainda seria considerada um ícone? Continuaria na ativa?

Em homenagem à atriz, aqui vão 80 perguntas sobre o que teria acontecido a Marilyn caso ela não tivesse morrido em 1962, com apenas 36 anos. Já adianto que esse é apenas um exercício de hipóteses. Portanto, cada um imagina suas respostas. Se hoje Marilyn é reconhecida como um mito – e não apenas uma grande atriz cômica –, é porque não teve tempo para responder essas questões. Happy birthday, dear Marilyn.

1) Como seria seu rosto hoje? E seu corpo?

2) Ela teria feito plástica? Aplicado botox?

3) Teria parado de tingir o cabelo de loiro? Usaria peruca?

4) Teria tirado a pinta na bochecha com cirurgia a laser?

5) Continuaria famosa? Ainda seria considerada um ícone?

6) Teria sido eleita “A Mulher Mais Sexy do Século 20” pela revista “People”?

7) Teria se casado novamente?

8) Filhos, talvez netos?

9) Faria as pazes com seus ex-maridos, como o dramaturgo Arthur Miller ou o jogador de baseball Joe Di Maggio?

10) Tentaria descobrir a verdadeira identidade de seu pai?

11) Teria voltado a usar seu nome de registro, Norma Jean Mortenson?

12) Teria se aposentado e virado dona-de-casa ou continuaria a carreira de atriz?

13) Seus filmes seriam sucessos de bilheteria?

14) Estaria milionária ou na miséria?

15) Lançaria uma autobiografia com revelações explosivas?

Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Posts Tags:
31/05/2006 - 00:01

De quantas versões de um mesmo filme precisamos?

Compartilhe: Twitter

Sai hoje nos Estados Unidos o DVD “Platoon 20th Anniversary Collector’s Edition”, de Oliver Stone. A edição comemorativa dos 20 anos do filme tem 11 minutos de extras, incluindo um final alternativo e mais cenas com Johnny Depp. Esta é a quarta versão do filme lançada em DVD – mesmo número de edições que em breve terá “Blade Runner” (1982), de Riddley Scott (ver nota abaixo).

Deste último cineasta, aliás, estão sendo lançadas a “versão do diretor” de “Cruzada” (2005) e a “versão estendida” de “Falcão Negro em Perigo” (2001) – nos dois casos, trata-se da segunda edição de filmes lançados há menos de cinco anos. Com esse febre de lançamentos, o jornal “USA Today” pergunta: de quantas versões de um mesmo filme precisamos?

Autor: - Categoria(s): Posts Tags:
30/05/2006 - 17:48

“X-Men 3″: um filme gay?

Compartilhe: Twitter

“‘X-Men 3’ é o arrasa-quarteirão mais gay a chegar aos multiplex desde ‘Batman e Robin’.” A opinião é do respeitadíssimo crítico norte-americano Peter Travers, da revista “Rolling Stone”.

Primeira evidência levantada por Travers: “O milionário Warren Worthington II (Michael Murphy) descobre uma cura para a mutação porque não pode suportar o fato de que seu filho, Warren III (Ben Foster), tem asas. O filme abre com uma cena do pequeno Warren no banheiro tentando cortá-las para que seu pai não se envergonhe. Por falar em símbolos fálicos! Como Warren III não pode cortar fora seu pênis… quer dizer, asas… ele decide pavonear-se, rebatizando-se de Anjo e deixando seu apêndice plumoso estender-se por cinco metros.”

Segunda evidência: “Sir Ian McKellen, ator abertamente gay, interpreta Magneto com o mesmo tipo de bravata de grande dama do teatro que usou para animar ‘O código Da Vinci’. ‘Ninguém vai nos curar – nós somos a cura’, diz Magneto.”

Em entrevistas, McKellen já declarou que vê a tentativa de cura dos mutantes como uma metáfora do preconceito contra os homossexuais. Será que a tese gaiata de Travers faz mesmo sentido?

Autor: - Categoria(s): Posts Tags:
30/05/2006 - 14:56

Vídeo de tiozinho chinês estressado vira sucesso na rede

Compartilhe: Twitter

Em um ônibus de Hong Kong, um jovem passageiro bate no ombro de outro mais velho e pede que este fale mais baixo ao celular. O tiozinho tem um surto e dá um longo esporro no moleque, que permanece quase o tempo todo calado. “Eu estou sob pressão. Você está sob pressão. Por que me provoca?”, ele pergunta aos berros.

Um terceiro sujeito grava anonimamente toda a cena e coloca o vídeo no YouTube (veja aqui, com legendas em inglês), site de compartilhamento de arquivos caseiros. Graças ao boca a boca, o hilário vídeo – intitulado “Bus uncle” (Tiozinho do ônibus) – torna-se um fenômeno na China. Em duas semanas, mais de 1,7 milhão de pessoas assistem à cena.

Em Hong Kong e cidades chineses em que o cantonês é o idioma oficial, as frases do tiozinho – como “Eu estou sob pressão” – tornam-se bordões do dia-a-dia da população. Elas são usadas em músicas e toques de celular e irão estampar camisetas e canecas.

O fenômeno foi tema de uma boa matéria de Gilberto Scofield Jr., correspondente do “Globo” em Pequim. Segundo ele, o vídeo se tornou um sucesso porque os moradores de Hong Kong andam à beira de um ataque de nervos.

Não apenas na China. Também no Brasil, é cada vez mais comum encontrar esses psicopatas do celular, pessoas que se tornam menos civilizadas quando estão com o aparelhinho nas mãos.

Difícil ir a uma sessão de cinema hoje em dia sem que um espectador atenda uma ligação no meio do filme. E, quando alguém reclama, eles mandam os incomodados se retirarem. Os tiozinhos do cinema também mereciam um vídeo.

Autor: - Categoria(s): Posts Tags:
30/05/2006 - 12:56

Morre Shohei Imamura, rebelde do cinema japonês

Compartilhe: Twitter

Shohei Imamura, que morreu hoje de câncer em Tóquio aos 79 anos, era um dos últimos rebeldes do cinema japonês. Ao lado de cineastas como Nagisa Oshima e Masahiro Shinoda, ele foi um dos fundadores da chamada “nouvelle vague” japonesa, que apresentou ao mundo uma visão mais moderna e radical da sociedade do país.

O cineasta foi assistente do grande Yasujiro Ozu, mas se rebelou contra o mestre ao se tornar diretor. Em contraposição ao cinema sutil e contemplativo de Ozu, Imamura construiu uma obra em torno de emoções primitivas e atitudes viscerais, que misturava aspectos realistas e fantásticos, geralmente focada nas classes baixas japonesas.

Com “A Balada de Narayama” (1983) e “A Enguia” (1997), ele se tornou um dos seis cineastas da história a receber duas vezes a Palma de Ouro no Festival de Cannes (os últimos a conseguir esse feito foram os irmãos Dardenne).

Ele não viajou a Cannes para receber a primeira estatueta porque preferiu dar prioridade a seus alunos da Escola de Cinema de Yokohama (ele foi professor de Takashi Miike, um dos jovens cineastas mais interessantes do Japão). O episódio dá uma pequena idéia dos valores de Imamura.

Entre seus 20 longas, destacam-se ainda “Doutor Akagi” (1998), “Minha vingança” (1979) e “A mulher inseto” (1963). O último filme dirigido por Imamura foi um curta para “11 de Setembro” (2002), filme de episódios sobre os atentados ao World Trade Center.

Em meio a cineastas até 50 anos mais novos, ele realizou o segmento com mais frescor e originalidade do longa, sobre um soldado japonês traumatizado pela guerra, que decide viver como uma cobra. O cinema vai ficar mais careta sem Imamura.

Autor: - Categoria(s): Posts Tags:
29/05/2006 - 16:31

“Código Da Vinci” leva masoquistas à Opus Dei

Compartilhe: Twitter

A Opus Dei, principal alvo de “O código Da Vinci”, também saiu ganhando com a polêmica em torno do filme. O site oficial da instituição católica – com design renovado e um texto com correções ao livro de Dan Brown – já recebeu mais de 3 milhões de visitantes desde a estréia da produção, segundo reportagem da revista “The New Yorker”.

Além disso, a sede da Opus Dei em Nova York, na esquina da avenida Lexington com a rua 34, tornou-se atração turística. A prelazia aproveitou a súbita notoriedade para deixar folhetos sobre suas atividades na porta de entrada.

Segundo Peter Bancroft, diretor de comunicação da Opus Dei, muitos curiosos já se tornaram membros nas últimas semanas. Mas alguns deles foram rejeitados porque demonstraram interesse apenas nos rituais de autoflagelação, que são praticados pelo personagem do monge Silas (Paul Bettany) no filme.

“É estranho. De vez em quando recebemos emails de pessoas realmente fascinadas pela disciplina e pelo cilício (cinto com pontas de ferro usado para ferir o corpo em penitência). Eles dizem que gostariam de se tornar membros se puderem usá-lo. Esse não é o tipo de pessoas que estamos procurando.”

Autor: - Categoria(s): Posts Tags:
29/05/2006 - 12:16

A maldição do favorito

Compartilhe: Twitter

Ao saber que não havia ganho a Palma de Ouro por “Volver”, que liderava as bolsas de apostas para receber o prêmio, Pedro Almodóvar declarou: “É uma maldição ser o favorito”.

Que a praga do Festival de Cannes não valha para a Copa do Mundo.

Autor: - Categoria(s): Posts Tags:
29/05/2006 - 11:40

NBC vai vender notícias pelo iTunes

Compartilhe: Twitter

A NBC irá se tornar em breve a primeira rede de TV do mundo a vender conteúdo jornalístico via iTunes, a loja de músicas virtual da Apple. As reportagens, algumas delas exclusivas para a internet, serão oferecidas a US$ 1,99 por download.

“Nós estamos liderando uma tendência de colocar nosso jornalismo em qualquer lugar que os espectadores quiserem”, declarou Mark Lukasiewicz, vice-presidente de mídia digital da NBC News, à Associated Press.

Tradução: com a queda generalizada de audiência na TV, vamos tentar compensar na internet (ver nota abaixo). O futuro é isso aí.

Autor: - Categoria(s): Posts Tags:
29/05/2006 - 10:49

A TV que não está na TV

Compartilhe: Twitter

O crítico de TV James Poniewozik, da revista “Time”, previu em seu blog três grandes tendências para a televisão norte-americana neste ano:

* Ninguém mais sabe fazer dinheiro com televisão – segundo o crítico, o velho modelo de publicidade na TV está sob ataque em vários frontes: TiVo, internet, fragmentação da audiência, cabo etc. Para reverter a situação, as grandes redes vão tentar de tudo: merchandising, mini-shows patrocinados nos intervalos comerciais e…

* A TV que não está na TV – todos canais colocaram à venda algum subproduto interativo nas novas mídias: séries exclusivas para a internet, seriados para celular, video-on-demand (vídeo sob demanda), jogos online, sites comunitários como o MySpace e assim por diante. A mensagem é: se os jovens não querem mais ver TV, nós faremos com que ela deixe de ser TV.

* Consuma sua série! – Alguns anos atrás, o senso comum dizia que os espectadores não tinham tempo, paciência ou neurônios para acompanhar séries com várias tramas que se desenrolavam ao longo de meses. Tudo mudou com “24 horas”, “Lost”, “Desperate housewives” e outros programas. Agora, todas as grandes redes têm um série dramática em produção, mas a maior novidade está nas séries cômicas, na linha do sucesso “The Office”, como “Big Day”, “Let’s Rob” e “Betty the Ugly” (isso mesmo, uma versão de “Betty, a Feia”).

Se a nova tendência da televisão americana é a cópia de uma novela colombiana, o Brasil está na vanguarda da TV.

Autor: - Categoria(s): Posts Tags:
29/05/2006 - 09:04

Personagens de “Lost” viram bonecos

Compartilhe: Twitter

O boneco de CharlieEra só o que faltava na febre de “Lost”: os personagens do programa vão virar bonecos articulados.

Criados pela McFarlane Toys, os seis primeiros bonecos – de Jack, Kate, Locke, Hurley, Charlie e Shannon – serão lançados nos Estados Unidos em novembro. Cada “action figure” terá 15 cm, custará entre 15 e 20 dólares e falará uma frase típica de seu personagem.

O jornal “USA Today” fez uma pesquisa perguntando aos fãs que bonecos eles gostariam de comprar. Deu Mr. Eko e Sawyer na frente, com Kate na cola.

Autor: - Categoria(s): Posts Tags:
Voltar ao topo