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29/05/2006 - 10:49

A TV que não está na TV

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O crítico de TV James Poniewozik, da revista “Time”, previu em seu blog três grandes tendências para a televisão norte-americana neste ano:

* Ninguém mais sabe fazer dinheiro com televisão – segundo o crítico, o velho modelo de publicidade na TV está sob ataque em vários frontes: TiVo, internet, fragmentação da audiência, cabo etc. Para reverter a situação, as grandes redes vão tentar de tudo: merchandising, mini-shows patrocinados nos intervalos comerciais e…

* A TV que não está na TV – todos canais colocaram à venda algum subproduto interativo nas novas mídias: séries exclusivas para a internet, seriados para celular, video-on-demand (vídeo sob demanda), jogos online, sites comunitários como o MySpace e assim por diante. A mensagem é: se os jovens não querem mais ver TV, nós faremos com que ela deixe de ser TV.

* Consuma sua série! – Alguns anos atrás, o senso comum dizia que os espectadores não tinham tempo, paciência ou neurônios para acompanhar séries com várias tramas que se desenrolavam ao longo de meses. Tudo mudou com “24 horas”, “Lost”, “Desperate housewives” e outros programas. Agora, todas as grandes redes têm um série dramática em produção, mas a maior novidade está nas séries cômicas, na linha do sucesso “The Office”, como “Big Day”, “Let’s Rob” e “Betty the Ugly” (isso mesmo, uma versão de “Betty, a Feia”).

Se a nova tendência da televisão americana é a cópia de uma novela colombiana, o Brasil está na vanguarda da TV.

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