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Arquivo de setembro, 2006

26/09/2006 - 00:01

Até breve

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Caros leitores,

Estarei de folga até o próximo dia 9. Bons filmes e até a volta.

Um abraço,

Ricardo

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25/09/2006 - 00:01

À margem da imagem

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Em 1989, o baiano Edgard Navarro realizou o média-metragem “SuperOutro”, ganhou o prêmio principal de sua categoria no Festival de Gramado e foi saudado como um dos mais promissores cineastas brasileiros. O próximo passo seria naturalmente um longa-metragem. Mas, com o governo Collor e o fim da Embrafilme, o sonho teve de ser adiado. Quando começou a “retomada” da produção a partir de 1993, ele achou que seus projetos sairiam do papel. Mas também não foi fácil encontrar seu espaço na era das leis de incentivo.

Em 2001, Navarro ganhou um edital do governo da Bahia para realizar “Eu me lembro”, baseado nas memórias afetivas de sua infância e adolescência em Salvador. Como o dinheiro não era o suficiente, ele teve que esperar por uma verba adicional do BNDES. No ano passado, o cineasta concluiu a obra e ganhou sete prêmios no Festival de Brasília, incluindo o de melhor filme. Nesta sexta-feira, o filme estréia em São Paulo; na semana que vem, será apresentado no Festival do Rio. Entre a realização de “SuperOutro” e o lançamento de “Eu me lembro”, passaram-se 17 anos. O diretor baiano finalmente tornou-se um estreante em longas-metragens. Aos 56 anos de idade.

Em um país com uma cultura cinematográfica sólida e saudável, Edgard Navarro seria uma exceção. No Brasil, ele é o símbolo de um grupo de grandes diretores que teve sua carreira interrompida ou entrecortada por uma série de problemas conjunturais e estruturais do nosso cinema. Um digno representante da vocação brasileira para o desperdício de talento.

Há inúmeros casos similares. Em 1971,ASndrea Tonacci realizou “Bang bang”, considerado um clássico do cinema marginal. No ano que vem, ele lançará “Serras da desordem”, brilhante filme que ganhou o Festival de Gramado há dois meses. Entre o primeiro e o segundo longa-metragem, foram 36 anos. Maurice Capovilla fez “O jogo da vida” em 1977; o longa seguinte, “Harmada”, veio em 2003. Ou seja, um intervalo de 26 anos. André Luiz Oliveira ficou 19 anos sem longas entre “A lenda do Ubirajara” (1975) e “Louco por cinema” (1994).

José Mojica Marins, que faz sucesso nos Estados Unidos com o personagem Zé do Caixão, luta há anos para fazer um novo filme. Ozualdo Candeias, diretor de clássicos como “A Margem”, já nem cogita a hipótese. Morto há dois anos, Rogério Sganzerla, talvez o único gênio do cinema nacional surgido depois de Glauber Rocha, ficou décadas sem conseguir fazer um longa de ficção.

Para Tonacci, cineastas como Sganzerla literalmente adoeceram por não conseguir filmar. Outros se viraram como podiam. Capovilla fez telefilmes e trabalhou como professor de cinema; Navarro montou peças de teatro; Tonacci fez institucionais.

Construir uma obra contínua é um desafio para a maioria dos cineastas brasileiros. Mas a questão é ainda mais complexa para alguém que recebeu, em algum momento, o rótulo de cineasta marginal ou maldito – caso de todos os citados acima.

Com a exceção de Navarro, que pertence a uma geração mais jovem e desenvolveu sua carreira na Bahia, a grande maioria desses cineastas realizou filmes entre os anos 60 e 70 na chamada Boca do Lixo de São Paulo, que foi o epicentro tanto da pornochanchada quanto do chamado cinema marginal ou “udigrudi”.

Dessa turma, só dois conseguiram realizar filmes com regularidade nos últimos anos: Carlos Reichenbach e Julio Bressane. Segundo este último, o rótulo “marginal” não faz o mínimo sentido. Ele seria apenas uma forma que o cinema oficial encontrou para segregar um cinema mais livre e independente. Com ou sem sentido, o apelido pegou – e a maioria dos cineastas associados a ele permaneceram à margem da imagem.

Bressane, Tonacci e Navarro são unânimes ao afirmar que existe uma questão política por trás dessa situação de marginalidade. Segundo os três cineastas, há produtores e diretores ligados ao poder – no passado, à Embrafilme; hoje, às estatais que financiam o cinema via leis de incentivo – que fazem tudo para concentrar os recursos e evitar que eles sejam pulverizados. Isso pode a ajudar a explicar por que tantos cineastas medíocres produzam filmes com freqüência no Brasil, enquanto outros com enorme talento fiquem anos sem filmar.

“Eu não tenho talento para o tapinha nas costas. Até admiro quem tem, sem ironia, mas não é o meu caso”, diz Navarro. Depois de fazer essa constatação, o cineasta baiano tomou uma decisão radical. Ele não pretende mais fazer filmes se não tiver apoio garantido ou um produtor na retaguarda. “Não quero ficar correndo atrás de dinheiro. Meu trabalho é um sacerdócio. Não vou ficar de braços cruzados, mas não quero mais me esfalfar. Se não der certo, vou pular fora do cinema”, afirma.

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24/09/2006 - 00:01

Clint Eastwood em dose dupla

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O projeto cinematográfico mais interessante realizado este ano tem, mais uma vez, a assinatura do veterano Clint Eastwood. O diretor vai realizar dois filmes sobre o mesmo episódio: a sangrenta batalha de Iwo Jima entre americanos e japoneses na Segunda Guerra.

A batalha permaneceu no imaginário coletivo americano por causa da famosa foto de seis soldados hasteando a bandeira dos Estados Unidos em um monte da ilha de Iwo Jima, no Japão. Mais tarde, descobriu-se que o momento foi reencenado e utilizado pelo governo para arrecadar dinheiro para o exército.

O primeiro filme, “Flags of our fathers”, que estréia no próximo dia 20, mostra a história sob um olhar americano. O segundo, “Letters from Iwo Jima”, que chega aos cinemas daqui a alguns meses, reconta o mesmo episódio pelo ponto de vista japonês (e é falado naquela língua). Fato ainda mais inusitado, cada filme será lançado por um estúdio diferente.

Para o “New York Times”, “Flags of our fathers” é o primeiro candidato forte ao próximo Oscar, nem que seja apenas por suas credencias. Além da direção de Eastwood (que ganhou o prêmio há dois anos por “Menina de ouro), o filme conta com o roteiro de Paul Haggis (vencedor no ano passado com “Crash) e produção de Steven Spielberg (premiado por “A lista de Schindler”). Mas só o nome de Eastwood, o grande cineasta clássico de Hollywood em atividade, já seria o suficiente para garantir o interesse pelos dois filmes.

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23/09/2006 - 00:01

Costinha no YouTube

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O mais novo sucesso brasileiro do YouTube é uma gravação do comercial das Raspadinhas do Rio com o genial comediante Costinha, que morreu em 1995.

Primeiro, Costinha ensaia o texto do comercial, o que tem lá sua graça. Depois, na melhor parte, ele improvisa longamente sobre o tema “raspadinhas” com aquele humor chulo que lhe era peculiar – e o resultado é hilariante.

Até agora, o vídeo já foi visto mais de 120 mil vezes. Ele tem potencial para se tornar um fenômeno como “Tapa na pantera”. A curiosidade do comercial, feito em 1992, é que ele foi dirigido por Cacá Diegues (de “O maior amor do mundo”.

Desde os tempos do vídeo da Cicarelli transando na praia, não aparecia nada tão estimulante no YouTube. Tudo bem, faz apenas uma semana. Mas o mundo da internet é mesmo rápido.

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22/09/2006 - 00:01

Adeus ao mestre da luz

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Diretor de fotografia preferido de Ingmar Bergman e conhecido como “mestre da luz”, o sueco Sven Nykvist morreu ontem, aos 83 anos, em uma casa de idosos de Estocolmo. Segundo seu filho Carl-Gustaf Nykvist, ele sofria há anos de afasia, uma forma de demência.

Para muitos diretores de fotografia, Nykvist foi o maior nome de sua área na história do cinema. Ele era conhecido por criar a atmosfera de uma cena e captar todas nuances nas expressões dos atores com recursos mínimos de iluminação.

A parceria de 30 anos com Bergman foi uma das mais brilhantes do cinema. Ela começou com “Noites de circo” (1953) e terminou em “Fanny e Alexander” (1982), passando por obras-primas como “Persona” (1966) e “Gritos e sussurros” (1972).

Longe de Bergman, os trabalhos de Nykvist sempre foram muito acima da média, mas não tão deslumbrantes. Entre eles, estão “Pretty baby” (1978), “A insustentável leveza do ser” (1988) e “Crimes e pecados” (1989).

Nykvist nunca gostou de falar sobre os segredos de sua técnica. Ele preferia atribuir a qualidade de sua fotografia à simplicidade. “Hoje nós tornamos as coisas muito complicadas. A iluminação, as câmeras, as atuações. Eu levei 30 anos para chegar à simplicidade”, ele afirmou certa vez.

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20/09/2006 - 23:55

Dez musas para o Festival do Rio

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Nunca houve tantos anúncios da morte do cinema quanto em 2006, por causa do avanço da internet e do DVD, entre outras razões. Para rebater essas notícias, nada melhor do que uma boa maratona cinematográfica.

Com mais de 300 filmes de 60 países (para ver a programação completa, confira o site oficial), o Festival do Rio, que começa hoje e vai até o próximo dia 5, oferece dezenas de provas de que o cinema continua vivo, de que a sala escura e a tela grande permanece insubstituíveis.

Há filmes de mestres contemporâneos e de jovens revelações, mostras de antigos clássicos e de curtas gravados em celular, obras de países longínquos e estréias das novas produções nacionais.

Entre os muitos motivos para freqüentar um festival, ver o desfile das atrizes pela tela está longe de ser um argumento desprezível. O cinema continua sendo a principal vitrine do esplendor feminino – e esta é mais uma prova de sua vitalidade. No roteiro a seguir, dez musas do festival de diferentes nacionalidades conduzem o passeio pelos melhores filmes.

Scarlett Johansson

Nada mais apropriado do que abrir o festival e este guia com Scarlett Johansson, o mais deslumbrante talento feminino surgido em Hollywood em muitos anos. A polaca platinada ilumina “Dália negra”, recriação do “noir” por Brian De Palma, que inaugura hoje o evento. A morena Hillary Swank, sua companheira no filme, também não faz feio como femme fatale. Dos Estados Unidos, outros destaques são Kirsten Dunst no papel da rainha francesa “Marie Antoinette”, de Sophia Coppola, e a turma de peso (Meryl Streep, Lily Tomlin, Lindsay Lohan e Virgina Madsen) reunida por Robert Altman em “A última noite”.

Penélope Cruz

Certas mulheres precisam do homem certo para mostrar seu valor. É o caso de Penelope Cruz com Pedro Almodóvar. Ela nunca foi tão boa (e tão boa atriz) quanto em “Volver”, em que conta com a excelente companhia de Carmen Maura, a antiga musa do cineasta). Sua principal concorrente espanhola no festival é Ariadna Gil, que está em “El labirinto del fauno”, de Guillermo Del Toro, e “Bem-vindo a casa”, de David Trueba.

Negra Li

O elenco de jovens beldades brasileiras no Festival do Rio poderia formar um time de futebol: Negra Li (“Antônia”), Camila Pitanga (“Noel, poeta da vila”), Hermilla Guedes (“O céu de Suely”), Alice Braga (“O cheiro do ralo”), Luana Carvalho (“O passageiro – Segredos de adulto”), Maria Flor (“Proibido proibir”), Vanessa Giácomo (“Os 12 trabalhos”), Mel Lisboa (“Sonhos e desejos”), Dandara Guerra (“1972”), Simone Spoladore (“O ano em que meus pais saíram de férias”) e Mariana Ximenes (“Muito gelo e dois dedos d’água”). A fase do cinema brasileiro já pode ter sido melhor. Mas ninguém poderá reclamar do elenco feminino.

Valéria Bruni-Tedeschi

Na nova geração de estrelas francesas, pode haver atrizes mais ostensivamente bonitas que Valéria Bruni-Tedeschi (que comparece ao festival com “Um casal perfeito”). É o caso, por exemplo, de Cécile De France (que está em “Um lugar na platéia” e “Quando eu era cantor”). Mas, para achar uma atriz tão talentosa, é preciso ir uma geração adiante e chegar ao nome de Isabelle Huppert (que também aparece em dose dupla, com “Gabrielle”, de Patrice Chereau, e a deliciosa “A comédia do poder”, de Claude Chabrol).

Claudia Cardinale

Há no festival uma mostra dedicada à obra do grande Luchino Visconti. Suas musas mediterrâneas também merecem destaque à parte, porque o italiano foi um dos cineastas que melhor retrataram a beleza feminina. Claudia Cardinale (“O leopardo”, “Vagas estrelas da Ursa”), Anna Magnani (“Belíssima”), Laura Antonelli (“O inocente”), entre outras, estão aí para provar. A Itália continua produzindo deusas como Monica Belluci, mas faltam cineastas como Visconti para revelar algo além de suas formas generosas.

Zhang Ziyi

Presente ao festival com “Inimigos do império”, a chinesa Zhang Ziyi (“O clã das adagas voadoras”) tornou-se a garota do pôster da explosão do cinema asiático. Mas o evento traz outras musas orientais com menos fama, mas de beleza equiparável, como a coreana Sung Hyun-ah (“Time”, de Kim Ki-duk) e a chinesa Hao Lei (“Palácio de verão”, de Lou Ye).

Catalina Sandino Moreno

Revelada em “Maria Cheia de Graça”, a colombiana Catalina Sandino Moreno entra na lista como representante da mulher latino-americana. Ela está em dois filmes selecionados para o festival: o filme internacional de episódios “Paris je t’aime”, no segmento dirigido pelos brasileiros Walter Salles e Daniela Thomas, e “Fast food nation”, do americano Richard Linklater.

Dorotheea Petre

Os olhos dos cinéfilos de todo o mundo estão hoje voltados para a Romênia, país do Leste Europeu que tem sido o celeiro de talentos da direção e que já tem uma jovem musa. A morena Dorotheea Petre aporta no Brasil com o drama “Como festejei o fim do mundo”, de Catalin Mitulescu, pelo qual ela ganhou o prêmio de melhor atriz na mostra Un Certain Regard no Festival de Cannes deste ano.

Carrie Anne-Moss

O país homenageado pelo Festival do Rio neste ano é o Canadá. Com 15 filmes selecionados para uma mostra paralela, o país não poderia deixar de ter sua miss no evento. Em homenagem aos nerds brasileiros, a faixa vai para Carrie Anne-Moss, mais conhecida como a namorada de Neo na série “Matrix”. Ela participa do festival com “Um certo olhar”, de Marc Evans.

Björk

A cantora não foi escolhida para representar seu país, visto que a pequena Islândia tem uma boa tradição musical, mas não é famosa por seus filmes. Björk está aqui como representante do lado alternativo do festival, em particular da mostra “Midnight Movies”, da qual ela participa no documentário “Mattew Barney: Sem restrições”, sobre o trabalho de seu marido artista plático.

O festival e esta lista terminam com um grande filme sem papéis femininos relevantes: “Os infiltrados”, de Martin Scorsese, com Jack Nicholson, Leonardo DiCaprio, Matt Damon. É preciso de um cineasta e um elenco desse peso para que um filme sem musas tenha algum interesse.

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20/09/2006 - 16:09

Pernambuco no Oscar

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A escolha de “Cinema, aspirinas e urubus” como concorrente brasileiro a uma das cinco vagas do Oscar de melhor filme estrangeiro foi uma grata surpresa.

Em anos anteriores, o sucesso de público foi determinante para a escolha (como no caso do razoável “Dois filhos de Francisco em 2005 e do inominável “Olga” em 2004). Desta vez, o critério principal parece ter sido a qualidade.

Na opinião deste blogueiro, “Cinema, aspirinas e urubus”, do pernambucano Marcelo Gomes, era de longe o melhor candidato. Mas havia a expectativa da escolha de um filme com mais “cara de Oscar” (leia-se mais convencional), como “Zuzu Angel”.

No final das contas, é provável que “Cinema, aspirinas e urubus” tenha mais chances de ser indicado, porque teve uma carreira elogiada (embora discreta) nos Estados Unidos e porque traz um enfoque original para o “buddy movie” (filme sobre a amizade), gênero muito querido pelos americanos.

A comissão que escolheu o filme foi formada pelos cineastas Jorge Bodanzky, Sandra Werneck e Andrucha Waddington, pela roteirista Carolina Kotscho, pelo editor Ricardo Miranda e pela diretora do Festival do Rio Ilda Santiago. Eles estão de parabéns.

A qualidade de “Cinema, aspirinas e urubus” independe de sua escolha para o Oscar, prêmio superestimado que se tornou uma obsessão para os brasileiros nos últimos anos. Mas, desta vez, dá para torcer sem ficar envergonhado.

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20/09/2006 - 11:17

Uma vela para Deus, outra para o diabo

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Para atrair o enorme público religioso que foi aos cinemas ver “A paixão de Cristo”, de Mel Gibson, a Fox anunciou que vai criar uma divisão chamada FoxFaith (FoxFé, na esquisita tradução literal).

Seu novo selo deve produzir 12 filmes com temas religiosos por ano (seis para o cinema e seis com lançamento direto em DVD), voltados para os cristãos evangélicos americanos que evitam filmes considerados ofensivos ou blasfemos.

O “Los Angeles Times” achou estranha a decisão da Fox, pois o canal de TV do estúdio é conhecido por sua programação “libidinosa”. Mas o jornal lembrou que a empresa conquistou a comunidade cristã americana graças ao conservadorismo de seu canal jornalístico, o Fox News Channel.

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19/09/2006 - 17:34

Compre a casa de “A hora do pesadelo”

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A casa onde foi filmado o primeiro “A hora do pesadelo” (1984), em Los Angeles, está à venda. O anúncio pode ser visto na internet. Por um pouco mais de US$ 1 milhão, você pode comprar o lugar onde Freddy Kruger fez sua primeira aparição.

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19/09/2006 - 00:01

O essencial do cinema, por um cineasta essencial

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Carlos Reichenbach não é apenas um grande cineasta, mas também um grande homem do cinema. O diretor transmite seu amor por essa forma de expressão não apenas em seus filmes (“Amor, palavra prostituta”, “Filme demência”, “Alma corsária”, entre outros), mas também em suas aulas, sessões de cineclube, entrevistas e sites. Ele tem o melhor blog de cineasta do Brasil (o Reduto do Comodoro) e também um bom site pessoal (o Olhos Livres).

Neste último, Carlão, como é conhecido, começou a publicar suas listas pessoais de filmes essenciais da história do cinema, divididos por gênero. Até agora, já foram filme noir, faroeste americano, filme de gângster, faroeste spaguetti, musical americano e cinema extremo. Para qualquer pessoa interessada em se aprofundar na história do cinema, é um serviço essencial.

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