Publicidade

Publicidade
19/09/2006 - 00:01

O essencial do cinema, por um cineasta essencial

Compartilhe: Twitter

Carlos Reichenbach não é apenas um grande cineasta, mas também um grande homem do cinema. O diretor transmite seu amor por essa forma de expressão não apenas em seus filmes (“Amor, palavra prostituta”, “Filme demência”, “Alma corsária”, entre outros), mas também em suas aulas, sessões de cineclube, entrevistas e sites. Ele tem o melhor blog de cineasta do Brasil (o Reduto do Comodoro) e também um bom site pessoal (o Olhos Livres).

Neste último, Carlão, como é conhecido, começou a publicar suas listas pessoais de filmes essenciais da história do cinema, divididos por gênero. Até agora, já foram filme noir, faroeste americano, filme de gângster, faroeste spaguetti, musical americano e cinema extremo. Para qualquer pessoa interessada em se aprofundar na história do cinema, é um serviço essencial.

Autor: - Categoria(s): Posts Tags:

Ver todas as notas

15 comentários para “O essencial do cinema, por um cineasta essencial”

  1. Dalton disse:

    Boa indicação, adicionei no bookmark

  2. daniel disse:

    São Carlão!

  3. Fabio Negro disse:

    Se ele fizesse filmes bons, então, seria perfeito!

  4. alex camilo disse:

    Carlão é o que se pode considerar de um gerrilheiro do cinema brasileiro! Um espírito livre, que não se prende a preconceitos cinematográficos. Conseguiu tirar bons filmes até da “Boca do Lixo”. Não é o tipo de cineasta pedante, intelecualoide, que se ache um gênio, um semideus. Ele está sempre lá, nas imperdíveis Sessões Comodoro, aberto ao diálogo com qualquer um que goste de cinema, mesmo aos que não acham bons os seu filmes. Grande Carlão!!!

  5. Eduardo disse:

    Essencial é colocar as meias antes dos sapatos.

  6. Fabio Negro disse:

    Então ele é bom crítico, ou bom militante, ou bom cinéfilo ou bom sei-lá-o-quê.

    Bom cineasta já não é há muito tempo.
    Se é que já foi.

  7. daniel disse:

    ele é sim, o teu problema é que vc não entende…

    :-D

  8. Te disse:

    Gostei de Dois córregos: boa história, simples e bem “amarrada”, com começo, meio e fim. Diferente de muita coisa pretensiosa produzida pelo cinema nacional.

  9. Fabio Negro disse:

    Pode crer, eu só tenho o 2º grau e não entendo a arte de um plano-seqüência de 6 minutos dum diálogo de novela à beira da praia com câmera fixa, logo em seguida cortado pra um plano-seqüência de mais uns 29 minutos de outro diálogo de novela passado num restaurnte.

    MEU DEUS, É DEMAAAAAAAAAAIS PRO MEU ENTENDIMENTO!!

  10. anrafel disse:

    Não vi Sete Homens e Um Destino, em Faroeste Americano, e Os Abutres Têm Fome, em Faroeste Spaguetti, questão de gosto (ou eu não olhei direito), mas onde diabos ele botou ou vai botar O Poderoso Chefão?!

  11. daniel disse:

    o problema não é a falta de faculdade, o problema é um pouquinho de burrice mesmo…
    (e cegueira pra ver plano-sequência onde não tem – normal, é que o filme é bem-montado)

    :-))

  12. Fabio Negro disse:

    Então me dexculpa, viu, galera: o problema não é com o Carlão, que crava um sucesso de público e crítica atrás do outro há décadas.

    O problema, mesmo, é que eu sou burro demais.

  13. daniel disse:

    Até que nem tanto. Vc até entendeu o que eu escrevi!
    não é nada, não é nada, já é um começo.

  14. Fabio Negro disse:

    Inclusive o nosso, O NOSSO Comodoro me mandou um belo e-mail, me convidando a tomar no cu.

    Obrigado, Carlão! Tudo que você faz vale ouro! Seja uma lista de cinema, seja um filme, seja um xingamento.

    A-há, a-hú, o Carlão é nosso!

  15. Matheus Trunk disse:

    Além de extremente genoroso, Carlão é uma das melhores pessoas que já conheci. Tenho 18 anos, mas quando estou com ele, ele que tem 18 e eu que tenho 60.

Os comentários do texto estão encerrados.

Voltar ao topo