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20/09/2006 - 11:17

Uma vela para Deus, outra para o diabo

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Para atrair o enorme público religioso que foi aos cinemas ver “A paixão de Cristo”, de Mel Gibson, a Fox anunciou que vai criar uma divisão chamada FoxFaith (FoxFé, na esquisita tradução literal).

Seu novo selo deve produzir 12 filmes com temas religiosos por ano (seis para o cinema e seis com lançamento direto em DVD), voltados para os cristãos evangélicos americanos que evitam filmes considerados ofensivos ou blasfemos.

O “Los Angeles Times” achou estranha a decisão da Fox, pois o canal de TV do estúdio é conhecido por sua programação “libidinosa”. Mas o jornal lembrou que a empresa conquistou a comunidade cristã americana graças ao conservadorismo de seu canal jornalístico, o Fox News Channel.

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8 comentários para “Uma vela para Deus, outra para o diabo”

  1. izaq bast disse:

    LEGAL,tá aí gostei,tomara que produza um épico com a história dos macabeus.

  2. Dalton disse:

    É como ensinam em marketing. Todo portfolio de produtos tem de ter seu produto estrela e também o seu produto abacaxi

  3. Carlos disse:

    Que bom, gostei; mais a maior mfaçanha não são os filmes e esta ideia bacana…Mas sim saber que vão ganhar dinheiro certamente . Mais os evangelicos a graça de Deus;.
    Se o produto é taxado como abacaxi….que sabor maravilhoso..rsrsr

  4. Vitão disse:

    Seria bom se eles fizessem um canal só para macabeus, sauduceus, samaritanos e afins pra não encher o saco dos outros que não são chegados a essa panacéia religiosa!

  5. Gabriel disse:

    A Fox é um grande mistério para mim, que desconhece os meandros da cultura americana. Como um canal pode produzir um telejornal ultraconservador e programas como Os Simpsons?

  6. anrafel disse:

    Se o parâmetro qualitativao for “A Paixão …”, vade retro!

  7. Kristen disse:

    Concordo Gabriel, sem falar na série Nip/Tuck, que só no episódio desta semana mostrou cenas pesadas de drogas, sexo, violência, discussões familiares e por aí vai

  8. Marcelo disse:

    Kristen e Gabriel

    Mas para ser moralista não precisa cortar as cenas de sexo. Por exemplo: existem poucos filmes mais moralistas que Atração Fatal

Os comentários do texto estão encerrados.

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