Publicidade

Publicidade
31/07/2008 - 00:20

Querida, encolheram o meu cinema

Compartilhe: Twitter

A coisa anda tão preta para o cinema nacional nos últimos tempos que números negativos não deveriam mais ser surpresa. Mas um dado divulgado pelo site Filme B nesta semana saltou aos olhos: “Meu Nome Não é Johnny” respondeu sozinho por 62% da bilheteria dos filmes brasileiros no primeiro semestre deste ano.

 

Então talvez você diga: tudo bem, o trabalho de Mauro Lima foi um fenômeno. Sim, seu público ficou bem acima do esperado, com 2,1 milhões de espectadores. Por outro lado, ficou bem abaixo do patamar estabelecido por sucessos recentes, como “2 Filhos de Francisco” (5,3 milhões) ou “Carandiru” (4,6 milhões).

 

Depois de “Meu Nome Não é Johnny”, os filmes com maior público deste ano aparecem bem longe na tabela, como “Sexo com Amor?” (400 mil espectadores) e “Xuxa em Sonho de Menina” (210 mil). Ou seja, continuamos essencialmente com um cinema de latifúndio, mas até este está cada vez mais improdutivo. O fenômeno virou filme grande, o grande virou médio, o médio ficou pequeno, e o pequeno simplesmente desapareceu.

Autor: - Categoria(s): Uncategorized Tags:

Ver todas as notas

53 comentários para “Querida, encolheram o meu cinema”

  1. anthony borges disse:

    Olha li todos os comentarios sobre o o cinema brasileiro.e niguem teve coragem nem de tocar na ferida . O problema do cinema brasileiro é querer mostrar favela.O povo brasileiro nao a guenta mais ver favela carioca.Tem um filme chamado Cidade de Deus. O filme é tao ruim que deveria chamar Cidade do Capeta. O Brasil tem dimensoes territoriais.Chega de falar do Rio de Janeiro.O Brasil tem outras belezas e boas historias pra serem contadas.

  2. Bruno Nucci disse:

    o cinema comerical, q dá DINHEIRO, é esvaziamento, escapista e gera fuga e, querendo admitir ou não, tem seus valores na sociedade. Enquanto os orçamentos forem direcionados para filmes “nobres” e “realistas”, embuidos até o talo em críticas sociais ou roteiro pseudo-inteligentes, o cinema não vai decolar… cinema usa capital rotativo, filme de critica social não dá lucro, não abastasse o cofre… só mostra a tal da “realidade da periferia”…

    faz um filme decente, gasta-se 16 ou 20 milhoes na produção/divulgação… isso eh mto menos do q tem sido gasto em novelas, imagina em nivel d cinema… corto um braço se um filme desse, administrado inteligentemente, não muda os panoramas nacionais d cinema…

    o brasil precisa aprender a fazer CINEMA DE ENTRETENIMENTO… eh isso q diverte, eh isso q da lucro! Quem ae viu um filme de arte ou d critica social num ranking d bilheteria…?

  3. Edu disse:

    didi e xuxa longe da marca do 1 milhão só pode ser boa notícia.

  4. Daniel disse:

    Olha gente vamos cair na real ou melhor nos dolares e euros ; porque escrevo isto no brasil 3 coisas é pura realidade 1 Brasileiro adora carros ( porque nunca teve ) 2 Brasileiro adora Novidade ( porque no Brasil toda novidade tem atraso de 5 anos no minimo exp: tv digital ) 3 Brasileiro adora cinema ( porque nunca teve capacidade de acabar com a globo e fazer filmes para o planeta bater palma ;;;;OSCAR;;;rarararr) fuiiiiiii

  5. Balboa disse:

    Não podemos generalizar o cinema brasileiro, tem excelentes filmes como: Central do Brasi, O Homem q copiava, Narradores de Javé, Cidade de Deus, Tropa de Elite, O Cheiro do Ralo…
    Quem não via Os Trapalhões na sessão da tarde
    Mas não podemos nos esquecer das milhares de bombas q tivemos q engolir: Sexo, amor e traição, Todos os filmes da Xuxa, as ponochanchadas q passa na sessão brasil segunda a noite.
    Por isso falar q o cinema brasileiro é ruim ou vive crise não é a realidade.

  6. Fabio Negro disse:

    Vou resumir todas os comentários sobre o assunto em todos os blogs que já abordaram ou abordarão o assunto:

    Brasileiro odeia o cinema brasileiro.
    O cinema brasileiro odeia o brasileiro.

  7. Márcio Ferreira disse:

    O grande vilão do cinema brasileiro é o público daqui estar acostumado à linguagem do cinema americano. Isto quando a expectativa é um grande público. Qualquer outra linguagem está fadada aprecisar ter um apoio da grande mídia para ter um público razoável.A questão é ideólogica e nela somos os colonizados

  8. helio disse:

    tem muito lixo sendo produzido no Brasil não somente devido a incompetência, mas tb em face das mamatas, incentivos apadrinhados e brechas na legislação, possibilitando aos picaretas travestidos de atores, produtores, diretores e assemelhados, ganhar dinheiro fácil sob o pretesto de produzir arte , ressalvo todavia, que temos no Brasil gente séria e competente, estes sim, artistas de verdade

  9. Pedro de Oliveira disse:

    Bom mermo é Batima!

  10. ISENTO disse:

    GERALDO E MÁRCIO ARAÚJO, VOCÊS PODEM SER PROCESSADOS POR SEUS COMENTÁRIOS PRECONCEITUOSOS… OLHEM OS DISPOSITIVOS LEGAIS NESSE SENTIDO. ADEMAIS, O PRESIDENTE DA REPÚBLICA É UM NORDESTINO… O QUE MOSTRA QUE MESMO SENDO UMA REGIÃO MENOS FAVORECIDA, NÃO SIGNIFICA QUE AS PESSOAS SEJAM MENOS COMPETENTES. PAREM PARA REFLETIR.

  11. ISENTO disse:

    GERALDO E MÁRCIO ARAÚJO, VOCÊS PODEM SER PROCESSADOS POR SEUS COMENTÁRIOS PRECONCEITUOSOS… OLHEM OS DISPOSITIVOS LEGAIS NESSE SENTIDO. ADEMAIS, O PRESIDENTE DA REPÚBLICA É UM NORDESTINO… O QUE MOSTRA QUE MESMO SENDO UMA REGIÃO MENOS FAVORECIDA, NÃO SIGNIFICA QUE AS PESSOAS SEJAM MENOS COMPETENTES. PAREM PARA REFLETIR.

  12. Pedro de Oliveira disse:

    Homi-aranha e Batimacumba fazem suuuuucessooo. aiehiuehea parei!

    Ainda reclamam do Didi e da Xuxa. Não vejo diferença nenhuma entre os filmes dos globais em relação aos de Roliudi. A diferença é que um gera renda e emprego para o país mais nojento do planeta. Só isso.

  13. Ora eu após ler os comentários acima fico feliz com a opinião de quem falou que este país é uma nação é um gigante plural, com histórias fantásticas, dignas de serem exploradas comercialmente e artisticamente.

    Mas realmente os roteiristas e os produtores não se encontram. Há uma repetição de velhas fórmulas como (rio-favela-violencia)

    Alguém ai em cima também falava sobre o cinema entretenimento/diversão…também vejo por este lado…não podemos pensar em cinema como sendo apenas crítica social, drama e arte.

    Por isso caros amigos eu em verdade ‘lhos’ digo:

    OS TRAPALHÕES NA SERRA PELADA

    que juntamente com os ‘blockshitters’ da xuxa, ‘a rainha dos baixinhos, e musa pornô compuseram décadas de decadência, chatisse, clichês, amadorismo, pobreza de idéias, cópias e plagios descarados, além de retratarem o povo feio do Brasil…

    Didi aquela velha mal amada, barulhenta, veruguenta, portadora de GOTA e ‘próxima da fila’ (dois já foram desta para uma melhor), estava supimpa como a protagonista chorona.

    Dedé era e sempre foi uma escada para o sucesso do arigó.

    Xuxa calçava 43 bico largo, mas jura que é mulher.

    Mumu pós mortem continua assombrando

    Zaca coitado, não comprometeu a trama.

Os comentários do texto estão encerrados.

Voltar ao topo