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25/08/2008 - 22:06

Guia para o realizador autoral promissor pernambucano

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“Para um diretor promissor no cenário pernambucano, mise-en-scène é indispensável. Adote uma persona, finja-se de louco no meio de uma conversa ocasional ou simplesmente dê alokas. Causar no cenário é importante porque gera nos outros a impressão de uma constante esquizofrenia em você, que eles imaginam estar relacionada com um processo vulcânico de idéias e pensamentos. É maduro saber que cada pessoa que ocasionalmente você encontra é um consumidor em potencial para a sua arte, portanto não economize nos trejeitos e na excentricidade. Como cineasta promissor, você possui imunidade cultural e, de certa forma, pessoas esperam um comportamento excêntrico de alguém especial.”

 

Este é um dos trechos do “Guia de higiene, comportamento e comedoria para o audiovisual pernambucano”, que o videomaker Raul Luna publicou em sete capítulos na revista online O Grito! e agora compilou em um único endereço. Meus itens preferidos são “Como pedir autógrafo a Carlos Reichenbach” e “Como utilizar o CinePE para networks”. Em São Paulo e no Rio, temos a tendência de mitificar um tanto a cena audiovisual pernambucana. Luna trata de destruí-la com graça e sem piedade. Leitura fundamental.

 

Dica do amigo Tiago Teixeira.

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