Publicidade

Publicidade
23/04/2009 - 23:37

Cannes aposta nas pratas da casa

Compartilhe: Twitter

principal característa da lista dos filmes em competição no Festival de Cannes, divulgada nesta manhã, é a aposta em nomes já consagrados no próprio evento. Em uma rápida busca no site Imdb, descobrem-se alguns dados interessantes (por favor, corrijam se constatarem algum erro). Dos diretores dos 20 filmes em competição, apenas uma – Isabel Coixet – nunca competiu em Cannes. Outros quatro estiveram lá, mas não foram premiados: Ang Lee, Johnny To, Lou Ye e Brillante Mendoza.

Os outros 15 já receberam um ou mais prêmios, mais ou menos importante, em Cannes. Quatro já levaram a Palma de Ouro (Quentin Tarantino, Lars von Trier, Ken Loach e Jane Campion). Dois já foram considerados melhores diretores (Pedro Almodóvar, Michael Haneke). Quatrolevaram prêmios do júri (Andrea Arnold, Michael Haneke, Alain Resnais, Elia Suleiman). Marco Belocchio foi premiado pelo Júri Ecumênico, Tsai Ming-liang ganhou o prêmio paralelo da Fipresci, Xavier Giannoli e Gaspar Noe ganharam prêmios de melhor curta.

É normal que a competição oficial de Cannes, considerado o principal festival do mundo, priorize pratas da casa. É uma garantia de qualidade mínima para a programação, que vem sendo bastante malhada nos últimos anos. Mas a proporção deste ano está um tanto esmagadora. Faltou a surpresa, a aposta em jovens realizadores – o que ficou relegado às outras mostras do evento, incluindo aí a escolha de “À Deriva”, do brasileiro Heitor Dhalia, para a paralela Um Certo Olhar.

Abaixo, você confera a lista dos filmes selecionados para Cannes:

Em competição:

– “Los abraços rotos”, de Pedro Almodóvar
– “Fish Tank”, de Andrea Arnold
– “Um prophète”, de Jacques Audiard
– “Vincere”, de Marco Bellocchio
– “Bright Star”, de Jane Campion
– “Map of the sounds of Tokyo”, de Isabel Coixet
– “A l’origine”, de Xavier Giannoli
– “Das Weisse Band”, de Michael Haneke
– “Taking Woodstock”, de Ang Lee
– “Looking for Eric”, de Ken Loach
– “Chun feng chen zui de ye wan”, de Lou Ye
– “Kinatay”, de Brillante Mendoza
– “Enter the void”, de Gaspar Noe
– “Bak-Jwi”, de Park Chan-wook
– “Lhes herbes folles”, de Alain Resnais
– “The time that remains”, de Elia Suleiman
– “Inglourious basterds”, de Quentin Tarantino
– “Vengeance”, de Johnnie To
– “Visage”, de Tsai Ming-liang
– “Antichrist”, de Lars Von Trier

Um Certo Olhar

– “Mother”, de Bong Joon Ho
– “Irene”, de Alain Cavalier
– “Precious”, de Lee Daniels
– “Demain Des L’Aube”, Denis Dercourt
– “À Deriva”, de Heitor Dhalia
– “Kasi Az Gorbehaye Irani Khabar Nadareh”, de Bahman Ghobadi
– “Los Viajes Del Viento”, Ciro Guerra
– “Le Père de Mes Enfants”, de Mia Hansen-Løve
– “Skazka Pro Temnotu”, de Nikolay Khomeriki
– “Kuki Ningyo”, de Hirokazu Kore-Eda
– “Kynodontas”, de Yorgos Lanthimos
– “Tzar”, de Pavel Louguine
– “Indepencia”, de Raya Martin
– “Politist, Adjectiv”, de Corneliu Porumboiu
– “Nang Mai”, de Pen-Ek Ratanaruang
– “Morrer Como um Homem”, de João Pedro Rodrigues
– “Eyes Wide Open”, de Haim Tabakman
– “Samson And Delilah”, de Warwick Thornton
– “The Silent Army”, de Jean Van de Velde

Fora de competição

– “Agora”, de Alejandro Amenabar.
– “The imaginarium of Dr.Parnassus”, de Terry Gilliam.
– “L’armée du crime”, de Robert Guédiguian.

Sessões de meia-noite

– “A town called panic”, de Stéphane Aubier e Vincent Patar
– “Drag me to hell”, de Sam Raimi
– “Ne te retourne pas”, de Marina de Van

Sessões especiais

– “My Neighbor, my killer”, de Anne Aghion
– “Manila”, de Adolfo Alix Jr. e Raia Martin
– “Min ye”, de Soulymane Cisse
– “L’epine dans lhe coeur”, de Michel Gondry
– “Petition”, de Zhao Liang
– “Kalat hayam”, de Keren Yedaya

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:

Ver todas as notas

1 comentário para “Cannes aposta nas pratas da casa”

  1. alcy santana disse:

    só susan boyle pode representar éla, será outra surpressa. fiquei impressionado.

Os comentários do texto estão encerrados.

Voltar ao topo