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24/09/2009 - 22:40

Filmes de terror refletem ódio contra as mulheres?

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O “slasher movie” é aquele subgênero do terror em que geralmente um assassino misterioso persegue e mata de forma violenta uma série de pessoas. Talvez você não conheça o termo, mas certamente já viu algum de seus produtos: “Halloween”, “Sexta-Feira 13”, “A Hora do Pesadelo”, “Pânico”.

Ao ver “Pacto Secreto”, um “slasher” que estreia nesta sexta-feira, caiu a ficha: as vítimas dos assassinos são de todo tipo, mas a maioria absoluta é de mulheres atraentes e, de preferência, com pouca roupa. E aí pintou a dúvida: será que esses filmes são, na essência, fantasias misóginas, que refletem o ódio ou o desprezo dos homens pelas mulheres? Ou talvez eu esteja viajando, os filmes apenas exploram nossos instintos baixos, talvez naturais, relacionados ao sexo e à morte, a Eros e Tanathos.

Uma coisa é certa: o ano não tem sido muito bom para os “slasher movies”. “Dia dos Namorados Macabro”, que estreou há uns três meses, e “Pacto Secreto” não acrescentam nada ao gênero. Eles estão muito longe da originalidade e vitalidade dos filmes de John Carpenter e Dario Argento ou mesmo da inteligência paródica de um “Pânico”.

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39 comentários para “Filmes de terror refletem ódio contra as mulheres?”

  1. Marcelo C. disse:

    Quer terror maior que assassinato de mulher bonita?

  2. fábio disse:

    …………………………………………………………………………………………………
    ………………………………………………………………………………………………..
    ………………………………..Nóssa,..senhóra….!
    ………………………………………………………………………………………………..
    …………………………………….Qui,…….rôlo!
    …………………………………………………………………………………………………
    ……………………………………Heim,….Calil..!
    ………………………………………………………………………………………………..
    ………Em primeiro lugar…?
    ………………………………………………………………………………………………..
    …………………………..Qui,..qui é,..”.misoginia.”…?
    ………………………………………………………………………………………………..
    ……..Em segundo lugar….?!
    ………………………………………………………………………………………………..
    …………….Que grosseria do,….
    ……………………………………………..tal,………………………………………….
    ……………………………………………………………………………………………….
    …………………….”fantasma,… dos perígos de paulina..”
    ……………………………………………………………………………………………….
    …………………………com o,..Ricardo….!?…heim..?
    ………………………………………………………………………………………………..
    …………….Já que você é tão “macho”,…põe seu nóme,..ué?
    ………………………………………………………………………………………………..
    ………………………………………………………………………………………………..
    ………………………………………………………………………………………………..
    ………………..Terceiro….!?
    ………………………………………………………………………………………………..
    ……………….Mulhé,….tem MAIS é que APANHÁ,….MESMO.
    ………………………………………………………………………………………………..
    ……………………( não todas,……………………………….claro)
    ………………………………………………………………………………………………..
    …………………….Mas éssas que entram nesses filmes,
    ………………………………………….CÔÔÔRO,
    …………………………………………….nélas.
    ………………………………………………………………………………………………..
    ………………………………………………………………………………………………..
    ………………………………………………………………………………………………..
    ……………………………………………Enfim,
    ………………………………………………………………………………………………..
    ……………………………………………desde
    ……………………………….quando o,” sexto sentido”,
    ……………………………………………….. é
    …………………………………………..filme de,
    ……………………………………………”terror”?
    …………………………………………………………………………………………………
    …………………………………………………………………………………………………
    ………………………………………….E por fim,
    ………………………………………………..o,
    …………………………………………………………………………………………………
    ………………………………………..ZÉ do CAIXÃO,
    …………………………………………………………………………………………………
    ……………………………………………….é o,
    ……………………………………………..QUE?
    …………………………………………………………………………………………………
    ………………………………………………………………………………………………..
    ……………..a)….terror
    ……………..b)….pseudo-terror
    ……………..c)….ex-porno-terror
    ……………..d)….terror na melhór idade
    ……………..e)….terror em trãnse
    …………………………………………………………………………………………………
    …………………………………………………………………………………………………
    …………………….Aguardo,….”respóstas”….?!
    …………………………………………………………………………………………………
    …………………………………………………………………………………………………

  3. ricardo calil disse:

    Caro Fantasma de Pauline Kael,

    Aqui é o Ricardo, autor do blog. Como seu comentário gerou uma série de outros, achei importante responder. Você me acusa de tirar conclusões sobre um gênero a partir desse filme, “Pacto Secreto”. Na verdade, eu não tiro conclusão nenhuma. Eu levanto uma questão e cito uma série de filmes. Quem tirou conclusões foi você.

    Você argumenta que é uma questão de escapismo. Isso não resolve o problema. Se para um espectador ver mulheres bonitas torturadas e mortas é escapismo, seu argumento serve para confirmar a misoginia, não para negá-la.

    Ostentar conhecimentos sobre filmes de terror que podem ser encontrados no Google é bem mais fácil de que ter argumentos, não é mesmo?

    Por fim, se você analisar a questão de forma purista, Dario Argento não dirigiu slashers. Se analiser de forma inteligente, verá que ele é o pai do slasher. Seus filmes ajudaram a estabelecer os elementos fundamentais do subgênero e influenciaram enormemente os americanos que se dedicaram a esse estilo de filmes. E isso começa justamente com “O Pássaro das Plumas de Cristal”, que você cita.

    Um abraço,
    Ricardo

    • fábio disse:

      …………………………………………………………………………………………………
      …………………………………………………………………………………………………
      …………………………………viiiiiiiiixiiiiiiiiiiiiiiiii!
      ………………………………………………………………………………………………..
      …………………………………………………………………………………………………
      …………………………arrasô em,………….ricardão!
      …………………………………………………………………………………………………
      …………………………………………………………………………………………………

    • Alexandre Cesar Pereira Nunes disse:

      Ricardo
      Sua ´resposta foi ÓTIMA.
      Parabéns

  4. Jairo Ferreira assombra o Olha só disse:

    Caro Ricardo,

    Você realmente não fez uma afirmação. Mas você levantou a bola e os papagaios aqui embaixo na discussão deram a cortada. Da próxima vez, se você tem uma opinião (e é óbvio que você tém uma opinião a respeito do assunto), publique-a.
    Você não é bobo. Queria elicitar uma resposta de seus leitores e a conseguiu sem ter que pôr o teu na reta. Muito cômodo.

    Tirado do Google (minha bíblia de referências):

    O verdadeiro pai italiano dos slashers americanos é Mario Bava, com seu Bay of Blood (teoricamente o filme que Sean Cunnigham copiou para fazer Sexta-Feira 13). E o proto slasher nas Américas é Black Christmas, do Bob Clark (que depois foi dirigir a comédia adolescente Porky’s, outro filme bem misoginista), que na verdade foi produzido no Canadá. John Carpenter abertamente cita Black Chrsitmas como fonte de inspiração.
    O estilo visual de Argento, bem barroco, exagerado, difere muito do jeito que os slashers americanos eram filmados, muito mais naturalistas em sua fotografia.
    Diferenciando também os slashers dos giallos, nos slashers a platéia sabe quem é o assassino em grande parte dos casos (mesmo que os personagens não saibam as vezes). A grande atração de um slasher são os set pieces (cenas de morte), normalmente cenas gráficas, explícitas, com muito sangue e gore. Especialistas em FX realista como Tom Savini e Rob Bottin viraram verdadeiras celebridades nos anos 80 para os garotos americanos por seu trabalho de maquiagem de efeitos nesses filmes. Já os giallos se destacam mais pelo suspense, com tramas rocambulescas e red herrings, ou diversos suspeitos. Há normalmente uma revelação a la Scooby-Doo no fim de quem é o cara por trás das mortes, normalmente com motivação de vingança, ou coisa parecida.

    Um dia também volto para ridicularizar seus textos sobre artes marciais… como aquele em que você fala do box dos estúdios Shaw Brothers… Jesus Cristo…

    E não fica bravo. Só continua escrevendo sobre Glauber e pronto, não vai haver nenhum problema.

    Abs do seu amigo misógino, e desocupado.

  5. Silvio disse:

    O sujeito que se esconde atrás de pseudonimo, se do sexo masculino, não tem bagos suficiente pra sustentar seus argumentos. Falta-lhe coragem para admitir a mamãe dele que fez M.. com o nome da família. E olha a ironia: por extensão, perpetra a misoginia que tanto ataca. Que coisa….

  6. Silvio disse:

    Quanto ao gênero, está esgotado! Lógico que as responsabilidades sobre as distorções nos roteiros não podem ser debitadas exclusivamente na conta DOS roteiristas. Os executivos desta indústria são frontalmente responsáveis pelo conjunto de cagádas que assistimos.

    Por isso pergunto: por que as mulheres não estão na rédea desta indústria? Por que não abrir espaço às roteiristas? Serão elas capazes de fazer algo melhor do que o que recebemos?

    Afinal, com essa grande mudançam poderá o espírito de Pauline Kael descansar em paz?

  7. Fernando Ataliba disse:

    Acho que não tem nada a ver com misogenia, mesmo porque um vilão como o de “Sexta-feira 13” não está nem aí para o sexo, raça, partido político ou credo religioso de quem mata. Além disso, às vezes a heroina do filme, ou sobrevivente, é uma mulher.
    A questão talvez esteja mais relacionada com a mesma lógica que coloca mulheres bonitas em comerciais de cerveja.

  8. rayan ne disse:

    vcs ves de bota um filme bom de terro bota esta merda a vai rsrsrs brincadeirinha

  9. Carina disse:

    Acredito que sim. Até porque apenas as mocinhas consideradas santas sobrevivem nesses filmes. A dicotomia santa x puta é uma clara manifestação de misoginia.

  10. Débora Bós e Silva disse:

    Olá Ricardo, tudo bem?
    Estou elaborando um livro sobre a discriminação de gênero, e esse questionamento levantado sobre esse sub-gênero de filmes e as mulheres me interessou.
    Se puder me enviar material sobre isso, de forma a possibilitar um conhecimento maior acerca do tema, eu agradeço.
    Obrigada.

  11. Reflete e os diretores costumam ser geralmente bichonas!!!

  12. Dante Ferraz disse:

    Naoo Resta a menor duvida, o verdadeiro criador dos slashers dos anos 80 e cosequentemente, dos atuais foi “Black Christmas” de 1974. clássico absoluto

    existe sim um slasher, dos anos dourados do estilo, e que foi dirigido por uma mulher, aliás nao so na direção, tbem no roteiro, e produçao. o titulo é “slumber party massacre”

  13. Darkstalker disse:

    O diabo prefere as mulheres, ou eu estou enganado, Vide todos os filmes sobre Exorcismo e o ultimo filme de Antony Hopkins. Ritual.. as posssuidas são sempre mulheres…

Os comentários do texto estão encerrados.

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