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13/06/2011 - 18:51

Um dia com Hitchcock (e depois outros 39)

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Com a internet, a vida dos cinéfilos ficou muito mais fácil: para ver um filme raro, basta encomendar o DVD em um site qualquer ou baixar o arquivo de uma rede de compartilhamento. Quase todos os que sobreviveram ao tempo já estão lá.

Mas a internet não consegue oferecer a experiência que nos dá uma mostra como a do Hitchcock (que começa nesta quarta-feira em São Paulo): assistir a filmes raros em cópias de 16 mm ou 35 mm, diante de uma tela grande, em comunhão silenciosa com outros admiradores do mesmo cineasta.

São 40 dias de mostra em São Paulo, 54 longas-metragens, 127 episódios de séries para a TV e 3 curtas-metragens. Como não pretendo dar conta da grandeza do evento neste espaço (para tanto, confira a série de matérias especiais aqui do iG), melhor analisar uma “pequena”, mas representativa, amostragem: a programação do primeiro dia.

Começa pelo começo: os curtas mudos “Sempre Conte à Sua Esposa” (1923), que Hitchcock assumiu depois que o responsável foi demitido pelo produtor, e “O Jardim dos Prazeres” (1925), primeira obra que ele assina como diretor.

Depois há a primeira versão de “O Homem que Sabia Demais” (1934), um dos pontos altos de sua fase inglesa, e “Um Corpo que Cai” (1958), talvez sua maior obra-prima e um dos grandes momentos da história do cinema.

Por fim, os primeiros episódios de “Alfred Hitchcock Presents”, a série de TV em que ele funcionava como mestre-de-cerimônias (e muitas vezes como diretor) de histórias de suspense.

Em um dia, estão contemplados vários momentos fundamentais da obra do cineasta. E pensar que este é apenas o primeiro degrau da escalada. Depois, vêm outros 39.

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4 comentários para “Um dia com Hitchcock (e depois outros 39)”

  1. silas disse:

    Maravilha. Verdadeiras aulas de cinema com pouquíssimos recursos técnicos, mas muita imaginação e talento.

  2. Daniela Leal disse:

    Que maravilha de evento!! Com o maior diretor de todos os tempos e mestre do suspense!! Sempre é válido relembrar os clássicos de Hitchcock, inesquecíveis!

  3. Djalma Toledo disse:

    Calil me desculpe

    mas, não existe “maior obra prima”

    A Obra Primeira é primeira ou não é .

    Quanto a Hitchcock depois que descobri a forma que ele apela para obter o suspense nunca mais assisto filme dele.

    Questão de prezervar o resta de minha saude mental.

    Os Pássaros é tão mal feito quanto as ondas de plástico de E La Nave Va, do já decadente Felline.

    Abraço
    DJ

  4. Cristiano Estolano disse:

    Calil, boa noite.

    Um filme que também é extraordinário e criativo ao extremo é Festim Diabólico, filme indispensável na obra hitchcockiana. Como você não o mencionou, acredito que não estará na mostra, mas deveria.

    Abs

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